Foi a primeira estrutura da Associação e está na génese da sua formação, em Outubro de 1979, no seio da Banda Republicana e Marcial Nabantina, de Tomar.

É o primeiro agrupamento coral formado na cidade de Tomar cuja actividade regular apresenta maior longevidade – 25 anos concluídos em 2005.

É constituído por elementos de todas as idades e classes sociais, com e sem formação musical. Actualmente é formado por 30 elementos.

Dedica-se à montagem de repertório de todas as épocas, países, géneros e autores, com especial incidência:
- na divulgação de música ibérica, polifónica, profana e religiosa;
- da obra coral do compositor português Fernando Lopes Graça (1906-1994)
- e ainda obras, onde a principal preocupação artística é a conciliação entre a qualidade da escrita musical e as capacidades vocais dos coralistas.

Na sua actividade de divulgação realiza uma média de duas dezenas de concertos por ano quer em Tomar quer um pouco por todo o país.

Fora do país actuou:
- em França, na zona da Picardie e também na região de Toulouse;
- Em 1989, a convite do Parlamento Europeu, realizou um concerto na sala Josephine, em Estrasburgo.
- No âmbito do programa «Juventude para a Europa» fez um intercâmbio com o coro austríaco de Wartberg e realizou alguns concertos na região de Linz.
- Por duas vezes se deslocou à Hungria realizando diversos concertos na zona de Budapeste e de Szolnok.

Artisticamente, destacam-se actividades policorais, festivais internacionais de música coral e participação em actividades músico-dramáticas.


De entre as iniciativas que levou a cabo destacam-se:
- em 1980, 1º Encontro de Coros de Tomar;
- 1984, participação na 1ª audição mundial da obra de Fernando Lopes Graça, «Avisamento»;
- em 1988, participação nos XV Encontros Internacionais de Coros na cidade de Tours;
- em 1991, participação nas comemorações do Dia de Portugal e das Comunidades.


Fruto do seu trabalho, o coro tem obras dedicadas por Fernando Lopes Graça e Eurico Carrapatoso.

Participou em obras teatrais encenadas por João Mota:
- «A Viagem» (espectáculo multidisciplinar realizado no Convento de Cristo), em 1995
- e o «Auto da Alma», de Gil Vicente com música original escrita pelo maestro António de Sousa, em 2003.

Gravou, em 1991, um disco com algumas obras inéditas de Fernando Lopes Graça - «Canto Firme canta Lopes Graça e a Festa dos Tabuleiros».
É dirigido, desde a sua fundação, pelo maestro e professor António Luís Linhares Corvelo de Sousa.